Lembrando que hoje não estou só e que tudo começou da forma que Deus quis, fico ainda surpresa: conheci Rui doze anos antes do nosso casamento de um modo inusitado e hoje somos três: nosso Pequeno/Grande Presente chegou este ano 2012...
terça-feira, 5 de março de 2019
sábado, 1 de novembro de 2014
terça-feira, 30 de setembro de 2014
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
domingo, 7 de setembro de 2014
domingo, 17 de agosto de 2014
domingo, 10 de agosto de 2014
sábado, 9 de agosto de 2014
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
sexta-feira, 4 de julho de 2014
quinta-feira, 19 de junho de 2014
O GAROTO DAS MEIAS VERMELHAS
O GAROTO DAS MEIAS VERMELHAS
Ele era um garoto triste. Procurava estudar muito. Na hora do recreio ficava afastado dos colegas, como se estivesse procurando alguma coisa.
Todos os outros meninos zombavam dele, por causa das suas meias vermelhas.
Um dia, o cercaram e lhe perguntaram porque ele só usava meias vermelhas. Ele falou, com simplicidade: “no ano passado, quando fiz aniversário, minha mãe me levou ao circo.
Colocou em mim essas meias vermelhas. Eu reclamei. Comecei a chorar. Disse que todo mundo iria rir de mim, por causa das meias vermelhas.
Mas ela disse que tinha um motivo muito forte para me colocar as meias vermelhas. Disse que se eu me perdesse, bastaria ela olhar para o chão e quando visse um menino de meias vermelhas, saberia que o filho era dela.”
“Ora”, disseram os garotos. “mas você não está num circo. Por que não tira essas meias vermelhas e as joga fora?”
O menino das meias vermelhas olhou para os próprios pés, talvez para disfarçar o olhar lacrimoso e explicou: “é que a minha mãe abandonou a nossa casa e foi embora. Por isso eu continuo usando essas meias vermelhas. Quando ela passar por mim, em qualquer lugar em que eu esteja, ela vai me encontrar e me levará com ela.”
Muitas almas existem, na Terra, solitárias e tristes, chorando um amor que se foi. Colocam meias vermelhas, na expectativa de que alguém as identifique, em meio à multidão, e as leve para a intimidade do próprio coração.
São crianças, cujos pais as deixaram, um dia, em braços alheios, enquanto eles mesmos se lançaram à procura de tesouros, nem sempre reais.
Lesadas em sua afetividade, vivem cada dia à espera do retorno dos amores, ou de alguém que lhes chegue e as aconchegue.
Têm sede de carinho e fome de afeto. Trazem o olhar triste de quem se encontra sozinho e anseia por ternura.
São idosos recolhidos a lares e asilos, às dezenas. Ficam sentados em suas cadeiras, tomando sol, as pernas estendidas, aguardando que alguém identifique as meias vermelhas.
Aguardam gestos de carinho, atenções pequenas. Marcam no calendário, para não se perderem, a data da próxima visita, do aniversário, da festividade especial.
Aguardam…
São homens e mulheres que se levantam todos os dias, saem de casa, andam pelas ruas, sempre à espera de alguém que partiu, retorne.
Que o filho que tomou o rumo do mundo e não mais escreveu, nem deu notícia alguma, volte ao lar.
São namorados, noivos, esposos que viram o outro sair de casa, um dia, e esperam o retorno.
Almas solitárias. Lesadas na afetividade. Carentes.
Pense nisso!
O amor, sem dúvida, é lei da vida. Ninguém no mundo pode medir a resistência de um coração quando abandonado por outro.
E nem pode aquilatar da qualidade das reações que virão daqueles que emurchecem aos poucos, na dor da afeição incompreendida.
Todos devemos respeito uns aos outros. Somos responsáveis pelos que cativamos ou nos confiam seus corações.
Se alguém estiver usando meias vermelhas, por nossa causa, pensemos se esse não é o momento de recompor o que se encontra destroçado, trabalhando a terra do nosso coração.
Pensemos nisso!
Todos os outros meninos zombavam dele, por causa das suas meias vermelhas.
Um dia, o cercaram e lhe perguntaram porque ele só usava meias vermelhas. Ele falou, com simplicidade: “no ano passado, quando fiz aniversário, minha mãe me levou ao circo.
Colocou em mim essas meias vermelhas. Eu reclamei. Comecei a chorar. Disse que todo mundo iria rir de mim, por causa das meias vermelhas.
Mas ela disse que tinha um motivo muito forte para me colocar as meias vermelhas. Disse que se eu me perdesse, bastaria ela olhar para o chão e quando visse um menino de meias vermelhas, saberia que o filho era dela.”
“Ora”, disseram os garotos. “mas você não está num circo. Por que não tira essas meias vermelhas e as joga fora?”
O menino das meias vermelhas olhou para os próprios pés, talvez para disfarçar o olhar lacrimoso e explicou: “é que a minha mãe abandonou a nossa casa e foi embora. Por isso eu continuo usando essas meias vermelhas. Quando ela passar por mim, em qualquer lugar em que eu esteja, ela vai me encontrar e me levará com ela.”
Muitas almas existem, na Terra, solitárias e tristes, chorando um amor que se foi. Colocam meias vermelhas, na expectativa de que alguém as identifique, em meio à multidão, e as leve para a intimidade do próprio coração.
São crianças, cujos pais as deixaram, um dia, em braços alheios, enquanto eles mesmos se lançaram à procura de tesouros, nem sempre reais.
Lesadas em sua afetividade, vivem cada dia à espera do retorno dos amores, ou de alguém que lhes chegue e as aconchegue.
Têm sede de carinho e fome de afeto. Trazem o olhar triste de quem se encontra sozinho e anseia por ternura.
São idosos recolhidos a lares e asilos, às dezenas. Ficam sentados em suas cadeiras, tomando sol, as pernas estendidas, aguardando que alguém identifique as meias vermelhas.
Aguardam gestos de carinho, atenções pequenas. Marcam no calendário, para não se perderem, a data da próxima visita, do aniversário, da festividade especial.
Aguardam…
São homens e mulheres que se levantam todos os dias, saem de casa, andam pelas ruas, sempre à espera de alguém que partiu, retorne.
Que o filho que tomou o rumo do mundo e não mais escreveu, nem deu notícia alguma, volte ao lar.
São namorados, noivos, esposos que viram o outro sair de casa, um dia, e esperam o retorno.
Almas solitárias. Lesadas na afetividade. Carentes.
Pense nisso!
O amor, sem dúvida, é lei da vida. Ninguém no mundo pode medir a resistência de um coração quando abandonado por outro.
E nem pode aquilatar da qualidade das reações que virão daqueles que emurchecem aos poucos, na dor da afeição incompreendida.
Todos devemos respeito uns aos outros. Somos responsáveis pelos que cativamos ou nos confiam seus corações.
Se alguém estiver usando meias vermelhas, por nossa causa, pensemos se esse não é o momento de recompor o que se encontra destroçado, trabalhando a terra do nosso coração.
Pensemos nisso!
Amor de mãe
Amor de mãe
Havia nas montanhas duas tribos em guerra. Uma vivia na parte baixa. A outra, na parte alta. Um dia, a parte baixa foi invadida pela tribo do alto. Saquearam a tribo e raptaram um bebê. Levaram a criança para o alto da montanha. A tribo da parte baixa não conhecia os caminhos usados pelo povo do alto. Não conheciam o caminho ao topo, como chegar aos inimigos ou rastrear seus passos pe...los terrenos escarpados. Mesmo assim, enviaram seus melhores e mais fortes guerreiros para subir a montanha e buscar a criança. Os homens tentaram diferentes métodos de escalada. Primeiro um caminho, depois outro. Após vários dias de esforços, não tinham subido nem quinhentos metros. Sentindo-se fracos e sem esperança, os guerreiros consideraram a causa perdida e se prepararam para voltar para sua cidade, sem a criança. Enquanto arrumavam suas coisas para a descida, viram a mãe do bebê andando na direção deles. Ela estava descendo a montanha que eles não tinham conseguido subir. Foi aí que viram o bebê amarrado às costas da mulher. Como era possível?! Um dos homens a saudou, dizendo: "Nós, fortes guerreiros, não conseguimos em subir a montanha. Como você chegou ao alto se nós não conseguimos?" Ela encolheu os ombros e respondeu: "É que não era o filho de vocês que estava lá."
(autor desconhecido)
Reflita sobre esta conhecida história e nunca se esqueça do amor que sua mãe tem por você.
Paz e Alegria,
Carlos Hilsdorf
Página Oficial: Carlos Hilsdorf
Havia nas montanhas duas tribos em guerra. Uma vivia na parte baixa. A outra, na parte alta. Um dia, a parte baixa foi invadida pela tribo do alto. Saquearam a tribo e raptaram um bebê. Levaram a criança para o alto da montanha. A tribo da parte baixa não conhecia os caminhos usados pelo povo do alto. Não conheciam o caminho ao topo, como chegar aos inimigos ou rastrear seus passos pe...los terrenos escarpados. Mesmo assim, enviaram seus melhores e mais fortes guerreiros para subir a montanha e buscar a criança. Os homens tentaram diferentes métodos de escalada. Primeiro um caminho, depois outro. Após vários dias de esforços, não tinham subido nem quinhentos metros. Sentindo-se fracos e sem esperança, os guerreiros consideraram a causa perdida e se prepararam para voltar para sua cidade, sem a criança. Enquanto arrumavam suas coisas para a descida, viram a mãe do bebê andando na direção deles. Ela estava descendo a montanha que eles não tinham conseguido subir. Foi aí que viram o bebê amarrado às costas da mulher. Como era possível?! Um dos homens a saudou, dizendo: "Nós, fortes guerreiros, não conseguimos em subir a montanha. Como você chegou ao alto se nós não conseguimos?" Ela encolheu os ombros e respondeu: "É que não era o filho de vocês que estava lá."
(autor desconhecido)
Reflita sobre esta conhecida história e nunca se esqueça do amor que sua mãe tem por você.
Paz e Alegria,
Carlos Hilsdorf
Página Oficial: Carlos Hilsdorf
quarta-feira, 18 de junho de 2014
Produtos para lavar a roupa do recém-nascido
Produtos para lavar a roupa do recém-nascido
Por Redação Mundo Ovo
Publicado em: 2 de maio de 2013
Publicado em: 2 de maio de 2013
Escolher o enxoval é uma das atividades mais esperadas por toda futura mamãe, mas ninguém pensa na função que é tirar todas as etiquetas com tesourinha e agulha e lavar o enxoval completo antes dele nascer. E essa é a recomendação dos pediatras, porque todas as roupas, herdadas ou novas, podem estar com poeira, ácaros e fungos que afetam a saúde do recém-nascido. A preguiça não pode falar mais alto, pois como consequência podem aparecer algumas irritações ou alergias na pele do neném, que ainda é muito fininha e sensível.
A dica é começar a lavar lá pelo sétimo mês de gravidez, pois a barriga ainda não atrapalha a movimentação e você pode ir lavando aos poucos. Além das roupas, não se esqueça de lavar mantas, cueiros, fraldinhas de pano, roupa de cama e banho.
Para os recém-nascidos, o mais recomendado é o sabão de coco ou o neutro, que tem menos ácido e perfume na sua composição. Não use amaciante, sabão em pó comum ou removedor de manchas. Você pode usar máquina de lavar (desde que esteja bem limpa e livre de resquícios de outras lavagens) ou lavar à mão. Lave tudo separadamente do resto da roupa da casa.Depois de lavar, enxague bastante, passe tudo e, minha sugestão, é guardar em fronhas grandes, pois assim ficam livres de poeira até o neném nascer.
E, atendendo aos pedidos das muitas futuras mamães de primeira viagem que são nossas leitoras aqui no Mundo Ovo, fizemos uma galeria com dicas das boas marcas de sabão que você encontra facilmente nos grandes supermercados.
Imagem destacada: Devinf
Imagens dos produtos: sites das marcas
terça-feira, 17 de junho de 2014
segunda-feira, 16 de junho de 2014
Dos filhos para os pais

Papai, preste muita atenção:
Era uma vez uma linda princesinha, filha de um rei maravilhoso. O nome dela era "eu", e o nome dele era "você"...

https://www.facebook.com/bebestore/photos/a.314593838598480.73784.163750870349445/726020637455796/?type=1&theater
https://www.facebook.com/bebestore/photos/a.314593838598480.73784.163750870349445/726008970790296/?type=1&theater
sábado, 14 de junho de 2014
Aborto é crime. Aborto é assassinato.

Nos países em que o aborto é legalizado é assim: crianças com deficiência são assassinadas antes de nascer. Andrea Bocelli ergue sua poderosa voz contra essa monstruosidade. Assista ao vídeo.
https://www.youtube.com/
(Página do Facebook: Comunidade Católica Colo de Deus)
quarta-feira, 11 de junho de 2014
sábado, 3 de maio de 2014
Lavei as mãos de meu pai

Foto de Ronaldo Costa
Um jovem foi se candidatar a um alto cargo em uma grande empresa . Passou na entrevista inicial e estava indo ao encontro do diretor para a entrevista final. O diretor viu seu CV, era excelente. E perguntou-lhe:
- Você recebeu alguma bolsa na escola? - o jovem respondeu - Não.
- Foi o seu pai que pagou pela sua educação?
- Sim - respondeu ele.
- Onde é que seu pai trabalha?...
- Meu pai faz trabalhos de serralheria.
O diretor pediu ao jovem para mostrar suas mãos.
O jovem mostrou um par de mãos suaves e perfeitas.
- Você já ajudou seu pai no seu trabalho?
- Nunca, meus pais sempre quiseram que eu estudasse e lesse mais livros. Além disso, ele pode fazer essas tarefas melhor do que eu.
O Diretor lhe disse:
- Eu tenho um pedido: quando você for para casa hoje, vá e lave as mãos de seu pai. E venha me ver amanhã de manhã.
O jovem sentiu que a sua chance de conseguir o trabalho era alta!
Quando voltou para casa, ele pediu a seu pai para deixá-lo lavar suas mãos.
Seu pai se sentiu estranho, feliz, mas com uma mistura de sentimentos e mostrou as mãos para o filho. O rapaz lavou as mãos de seu pai lentamente. Foi a primeira vez que ele percebeu que as mãos de seu pai estavam enrugadas e tinham muitas cicatrizes. Algumas contusões eram tão dolorosas que sua pele se arrepiou quando ele a tocou.
Esta foi a primeira vez que o rapaz se deu conta do significado deste par de mãos trabalhando todos os dias para pagar seus estudos. As contusões nas mãos eram o preço que seu pai teve que pagar por sua educação, suas atividades escolares e seu futuro.
Depois de limpar as mãos de seu pai, o jovem ficou em silêncio organizando e limpando a oficina do pai. Naquela noite, pai e filho conversaram por um longo tempo.
Na manhã seguinte, o jovem foi encontra-se com o Diretor.
O diretor percebeu as lágrimas nos olhos do moço quando ele perguntou:
- Você pode me dizer o que você fez e aprendeu ontem em sua casa?
O rapaz respondeu:
- Lavei as mãos de meu pai e também terminei de limpar e organizar sua oficina. Agora eu sei o que é valorizar, reconhecer. Sem meus pais, eu não seria quem eu sou hoje... Por ajudar o meu pai agora eu percebo o quão difícil e duro é para conseguir fazer algo sozinho. Aprendi a apreciar a importância e o valor de ajudar a família.
O diretor disse:
- Isso é o que eu procuro no meu pessoal. Quero contratar uma pessoa que possa apreciar a ajuda dos outros, uma pessoa que conhece os sofrimentos dos outros para fazer as coisas, e que não coloca o dinheiro como seu único objetivo na vida. Você está contratado.
Uma criança que tenha sido protegida e habitualmente dado a ela o que quer, desenvolve uma mentalidade de "Tenho direito" e sempre se coloca em primeiro lugar. Ignora os esforços de seus pais.
Se somos esse tipo de pais protetores, estamos realmente demonstrando amor ou estamos destruindo nossos filhos?
Você pode dar ao seu filho uma casa grande, boa comida, educação de ponta, uma televisão de tela grande... Mas quando você está lavando o chão ou pintando uma parede, por favor, o faça experimentar isso também . Depois de comer, que lave os pratos com seus irmãos e irmãs. Não é porque você não tem dinheiro para contratar alguém que faça isso; é porque você quer amar do jeito certo. Não importa o quão rico você é, você quer entender. Um dia, você vai ter cabelos brancos como a mãe ou o pai deste jovem.
O mais importante é que a criança aprenda a apreciar o esforço e ter a experiência da dificuldade, aprendendo a capacidade de trabalhar com os outros para fazer as coisas.
(Tradução da postagem de Adri Gehlen Korb)
- Você recebeu alguma bolsa na escola? - o jovem respondeu - Não.
- Foi o seu pai que pagou pela sua educação?
- Sim - respondeu ele.
- Onde é que seu pai trabalha?...
- Meu pai faz trabalhos de serralheria.
O diretor pediu ao jovem para mostrar suas mãos.
O jovem mostrou um par de mãos suaves e perfeitas.
- Você já ajudou seu pai no seu trabalho?
- Nunca, meus pais sempre quiseram que eu estudasse e lesse mais livros. Além disso, ele pode fazer essas tarefas melhor do que eu.
O Diretor lhe disse:
- Eu tenho um pedido: quando você for para casa hoje, vá e lave as mãos de seu pai. E venha me ver amanhã de manhã.
O jovem sentiu que a sua chance de conseguir o trabalho era alta!
Quando voltou para casa, ele pediu a seu pai para deixá-lo lavar suas mãos.
Seu pai se sentiu estranho, feliz, mas com uma mistura de sentimentos e mostrou as mãos para o filho. O rapaz lavou as mãos de seu pai lentamente. Foi a primeira vez que ele percebeu que as mãos de seu pai estavam enrugadas e tinham muitas cicatrizes. Algumas contusões eram tão dolorosas que sua pele se arrepiou quando ele a tocou.
Esta foi a primeira vez que o rapaz se deu conta do significado deste par de mãos trabalhando todos os dias para pagar seus estudos. As contusões nas mãos eram o preço que seu pai teve que pagar por sua educação, suas atividades escolares e seu futuro.
Depois de limpar as mãos de seu pai, o jovem ficou em silêncio organizando e limpando a oficina do pai. Naquela noite, pai e filho conversaram por um longo tempo.
Na manhã seguinte, o jovem foi encontra-se com o Diretor.
O diretor percebeu as lágrimas nos olhos do moço quando ele perguntou:
- Você pode me dizer o que você fez e aprendeu ontem em sua casa?
O rapaz respondeu:
- Lavei as mãos de meu pai e também terminei de limpar e organizar sua oficina. Agora eu sei o que é valorizar, reconhecer. Sem meus pais, eu não seria quem eu sou hoje... Por ajudar o meu pai agora eu percebo o quão difícil e duro é para conseguir fazer algo sozinho. Aprendi a apreciar a importância e o valor de ajudar a família.
O diretor disse:
- Isso é o que eu procuro no meu pessoal. Quero contratar uma pessoa que possa apreciar a ajuda dos outros, uma pessoa que conhece os sofrimentos dos outros para fazer as coisas, e que não coloca o dinheiro como seu único objetivo na vida. Você está contratado.
Uma criança que tenha sido protegida e habitualmente dado a ela o que quer, desenvolve uma mentalidade de "Tenho direito" e sempre se coloca em primeiro lugar. Ignora os esforços de seus pais.
Se somos esse tipo de pais protetores, estamos realmente demonstrando amor ou estamos destruindo nossos filhos?
Você pode dar ao seu filho uma casa grande, boa comida, educação de ponta, uma televisão de tela grande... Mas quando você está lavando o chão ou pintando uma parede, por favor, o faça experimentar isso também . Depois de comer, que lave os pratos com seus irmãos e irmãs. Não é porque você não tem dinheiro para contratar alguém que faça isso; é porque você quer amar do jeito certo. Não importa o quão rico você é, você quer entender. Um dia, você vai ter cabelos brancos como a mãe ou o pai deste jovem.
O mais importante é que a criança aprenda a apreciar o esforço e ter a experiência da dificuldade, aprendendo a capacidade de trabalhar com os outros para fazer as coisas.
(Tradução da postagem de Adri Gehlen Korb)
sexta-feira, 2 de maio de 2014
Eles te amam e querem o seu bem!
NUNCA sintam vergonha do seu pai ou da sua mãe, eles te amam e querem o seu bem! um dia eles vão nos deixar e tudo isso vai virar saudade! Pensem nisso! —

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