terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Feto segurando a mão do médico

Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para espinha bífida, realizada dentro do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica iria registar talvez o grito a favor da vida.


Enquanto Paul Harris cobria, na Universidade de Vanderbilt em Nashville, Tennessee, aquilo que considerou uma das boas notícias no desenvolvimento deste tipo de cirurgias, captou o momento em que o bebê tirou sua mão pequena do interior do útero da mãe, tentando segurar um dos dedos do doutor que estava a operá-lo.

A espetacular fotografia foi publicada por vários jornais nos Estados Unidos, e cruzou o mundo até chegar à Irlanda, onde se tornou uma das mais fortes bandeiras contra a legalização do aborto. A mão pequena que comoveu o mundo pertence a Samuel Alexander Armas, nascido a 2 de dezembro de 1999 (no dia da foto ele tinha 21 semanas de gestação). Quando pensamos bem nisto, a foto é ainda mais eloquente. A vida do bebê está literalmente por um fio; os especialistas sabiam que não conseguiriam mantê-lo vivo fora do útero materno e que deveriam tratá-lo lá dentro, corrigir a anomalia fatal e fechá-lo para que o bebê continuasse seu crescimento normalmente.


Por tudo isto, a imagem foi considerada como uma das fotografias médicas mais importantes dos últimos tempos e uma recordação de uma das operações mais extraordinárias efetuadas no mundo.


A história por trás da imagem é ainda mais impressionante, pois reflete a luta e a experiência passadas por um casal que decidiu esgotar todas as possibilidades, até o último recurso, para salvar a vida do seu primeiro filho.


Essa é a odisséia de Julie e Alex Arms, que moram na Geórgia, Estados Unidos. Eles lutaram durante muito tempo para ter um bebê. Julie, enfermeira de 27 anos de idade, sofreu dois abortos antes de ficar grávida do pequeno Samuel. Porém, quando, completou 14 semanas de gestação, começou a sofrer câimbras fortes, e um teste de ultrassom mostrou as razões. Quando foi revelada a forma do cérebro e a posição do bebê no útero, o teste comprovou problemas sérios.
O cérebro de Samuel estava mal-formado e a espinha dorsal também mostrou anomalias.


O diagnóstico, como já era esperado, foi de que o bebê sofria de espinha bífida e eles poderiam decidir entre um aborto ou um filho com sérias incapacidades.


De acordo com Alex, 28 anos, engenheiro aeronáutico, eles sentiram-se destruídos pelas notícias, mas o aborto nunca seria uma opção. Em vez de se deixar ir abaixo, o casal decidiu procurar uma solução pelos seus próprios meios e foi então que ambos começaram a procurar ajuda através da Internet. A mãe de Julie encontrou uma página que trazia detalhes de uma cirurgia fetal experimental desenvolvido por uma equipa da Universidade de Vanderbilt. Deste modo, entraram em contato com o Dr. Joseph Bruner (cujo dedo Samuel segura na foto) e começou uma corrida contra o tempo.


Uma espinha dorsal bífida pode levar a danos cerebrais, gerar paralisias diversas e até mesmo uma incapacidade total. Porém, quando pode ser corrigido antes de o bebê nascer, muitas são as chances de cura. Apesar do grande risco por o bebê não poder nascer ainda naquele momento, os Arms decidiram recomendá-lo a Deus. A operação foi um sucesso. Nela, os médicos puderam tratar o bebê, cujo tamanho não era maior do que o de um porquinho da índia - sem o tirar do útero, fechar a abertura originada pela deformação e proteger a coluna vertebral de modo a que os sinais vitais nervosos pudessem ir agora para o cérebro.


Samuel tornou-se o paciente mais jovem que foi submetido a esse tipo de intervenção e é perfeitamente possível que um dia Samuel Alexander Armas aperte novamente a mão do médico Bruner.


Samuel nasceu numa quinta-feira, 2 de dezembro, às 18:25 h no Northside Hospital, após 35 semanas de gestação, e foi para casa no dia 6 desse mesmo mês.


http://forum.outerspace.terra.com.br/showthread.php?t=127048


 

O Abraço Salvador

Oi, mamãe, Oi, papai!

... Estou sem dormir oito horas, seis horas pelo menos há, exatos, cinco meses, ser mãe não é apenas ter uma inclinação ou como alguns acreditam ter instinto materno, é preciso desejar visceralmente, com todo o amor, com todas as forças, pois há uma dor nas costas que não me deixa, um olhar sonolento que denuncia as noites em claro, pressão com os choros devido a motivos variados, por isso eu alerto: ADOLESCENTES não saiam por aí desprevenidamente, afinal filhos não são bonecos ou objetos de enfeite. Ser mãe não é fácil, exige uma estrutura que só mesmo este aliado forte pode fazer ter paciência, tolerância, compreensão e bondade: AMOR.
Entretanto, amor não enche barriga ( da grávida menos ainda, pois é uma fome sem fim...), mesmo sendo amor de mãe; amor não paga escola e creche pública está difícil conseguir; amor não fará você querida adolescente desmiolada ter um emprego muito bom e um patrão melhor ainda; e amor não fará a sua mamãe lhe admirar mais quando você anuncia que está grávida sem saber quem é o pai ou ainda que saiba sem ele querer assumir o bebê.
Brincar com os sentimentos de uma criança é um absurdo. Não faça filho se não tiver amor suficiente para ele.
Meu bebê é lindo!
Meu Maridão/Paizão me acompanha nas Jornadas nas estrelas; leia-se: Noites sem dormir...

"Ai, como eu sofro!"

( Este quadro compartilho do Facebook Grão de Gente - Bom Gosto Vem de Berço)

TOTALMENTE CONTRA O ABORTO.

Uma mulher chega apavorada no consultório de seu ginecologista e diz:
- Doutor, o senhor terá que me ajudar num problema muito sério… Este meu bebê ainda não completou um ano e já estou grávida novamente. Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas num espaço grande entre um e outro…
O médico então perguntou: Muito bem. O que a senhora quer que eu faça? A mulher respondeu:
- Desejo interromper esta gravidez e conto com a sua ajuda. O médico então pensou um pouco e depois de algum tempo em silêncio disse para a
mulher
- Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema. E é menos perigoso para a senhora. A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido.
Ele então completou: Veja bem minha senhora, para não ter que ficar com dois bebês de uma vez, em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, a senhora poderá descansar para
ter o outro, terá um período de descanso até o outro nascer. Se vamos matar, não há diferença entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá
nenhum risco…
A mulher apavorou-se e disse: Não doutor! Que horror! Matar um criança é um crime.
- Também acho minha senhora, mas me pareceu
tão convencida disso, que por um momento pensei em ajudá-la. O médico sorriu e, depois de algumas considerações, viu que a sua lição surtira efeito. Convenceu a mãe que não há menor diferença entre matar a criança que nasceu e matar uma ainda por nascer, mas já viva no seio materno.

O CRIME É EXATAMENTE O MESMO!! Se gostou, repasse. Juntos podemos salvar uma vida!

Você sabe desde quando Deus te ama?

DESDE O VENTRE DA TUA MÃE!
Uma mulher chega apavorada no consultório de seu ginecologista e diz:
- Doutor, o senhor terá que me ajudar num problema muito sério… Este meu bebê ainda não co...mpletou um ano e já estou grávida novamente. Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas num espaço grande entre um e outro…
O médico então perguntou: Muito bem. O que a senhora quer que eu faça? A mulher respondeu:
- Desejo interromper esta gravidez e conto com a sua ajuda. O médico então pensou um pouco e depois de algum tempo em silêncio disse para a
mulher
- Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema. E é menos perigoso para a senhora. A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido.
Ele então completou: Veja bem minha senhora, para não ter que ficar com dois bebês de uma vez, em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, a senhora poderá descansar para
ter o outro, terá um período de descanso até o outro nascer. Se vamos matar, não há diferença entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá
nenhum risco…
A mulher apavorou-se e disse: Não doutor! Que horror! Matar um criança é um crime.
- Também acho minha senhora, mas me pareceu
tão convencida disso, que por um momento pensei em ajudá-la. O médico sorriu e, depois de algumas considerações, viu que a sua lição surtira efeito. Convenceu a mãe que não há menor diferença entre matar a criança que nasceu e matar uma ainda por nascer, mas já viva no seio materno.

O CRIME É EXATAMENTE O MESMO!! Se gostou, repasse. Juntos podemos salvar uma vida!

Você sabe desde quando Deus te ama?

DESDE O VENTRE DA TUA MÃE!
 
(Imagens e texto Do Facebook de Suzeth Abreu)

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

É normal o cabelo da mulher cair depois que o bebê nasce?

 
Alteração hormonal da mulher após o parto faz com que a queda de cabelo seja acentuada

http://mulher.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2012/06/15/queda-de-cabelos-e-intensa-apos-a-gestacao-saiba-como-amenizar-o-problema.htm


Todas as mulheres sofrem alguma perda de cabelo no período do pós-parto, umas mais que outras, explica a dermatologista Sandra Johnson.

Durante a gravidez, as mudanças hormonais fazem com que a queda de cabelo natural, que todo mundo tem, diminua. O cabelo, em geral, fica mais forte e grosso. Você não notou no ralo do banheiro, quando lavava a cabeça, grávida, que havia menos cabelo lá? É o mais comum de acontecer. Os folículos capilares entram na chamada "fase de repouso".

Quando o bebê nasce, os hormônios voltam ao normal -- mais ou menos cerca de três meses depois do parto --, e todo o cabelo que não caiu durante a gestação começa a cair. E é aí que você percebe e se assusta, achando que vai ficar careca.

Além disso, especialistas afirmam que outros fatores, como estresse, cirurgias e mudanças rápidas do peso corporal também podem provocar queda de cabelo, pelo mesmo mecanismo. O problema é que uma mulher grávida tem grandes chances de passar por tudo isso ao mesmo tempo, quando o bebê nasce.

A queda de cabelo normal de uma mulher adulta é de 100 a 125 fios por dia. Nos meses do pós-parto, você pode perder até 500 fios por dia, o que é muito, porém não o suficiente para deixá-la careca. É apavorante ver todo aquele cabelo no ralo, no chão, na escova, nas roupas pela casa. Mas procure não entrar em pânico, porque a situação tende a melhorar, mesmo que demore um pouco.

O cabelo parece cair mais quando você está lavando a cabeça ou secando com secador, por isso talvez valha a pena diminuir a frequência da lavagem e deixar o cabelo secar naturalmente para ver se a queda se ameniza um pouco (pelo menos a sua aflição).

Por outro lado, a queda constante de cabelo em situações públicas e de trabalho pode ser um problema. Se é isso que incomoda você, procure lavar o cabelo e escovar bem em casa. Assim quase todo o cabelo que tem de cair cai numa situação controlada, e não a toda hora e em qualquer lugar.

Nada disso é solução. São só estratégias para tentar amenizar o incômodo e a sensação ruim que a queda de cabelo deixa.

Pode ser que você note uns cabelinhos novos nascendo no couro cabeludo, bem perto da testa, e ficando espetados, quando a queda de cabelo melhorar. Às vezes usar franja ou usar um comprimento mais curto nessa fase ajuda a disfarçar a falta de volume.

Mais ou menos seis meses depois do parto seu cabelo já deve ter voltado ao "normal". Isto é, pode ser que ele mude, pois esta é mais uma das surpresas da maternidade: um cabelo que era liso pode ganhar ondas, o ondulado pode ficar mais liso, o seco pode ficar oleoso e vice-versa. Imagina-se que essa diferença se deva às grandes mudanças hormonais por que o corpo passa.

Se o cabelo continuar caindo bastante cerca de seis meses depois do parto, fale com o ginecologista ou procure um dermatologista. A queda de cabelo pode ser sinal de anemia ou de problemas na tiroide.

Outro ponto que vale ressaltar é que a queda normal de cabelo no pós-parto é homogênea, ou seja, não se abrem "buracos" ou "claros" só em um ponto do couro cabeludo. Se começarem a aparecer falhas, procure o médico mesmo antes dos seis meses, porque o motivo pode ser outro.

http://brasil.babycenter.com/x4300013/%C3%A9-normal-o-cabelo-da-mulher-cair-depois-que-o-beb%C3%AA-nasce#ixzz2KMTbvIf9

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

"O Amor Tudo Sofre; Tudo Suporta...É Bondoso..."

Chineses mantiveram filho vivo por anos se revezando para bombear ar com saco ressuscitador

O casal se revesava pressionando o saco
O casal se revesava pressionando o saco Foto: AFP
Extra
Tamanho do textoA A A
Depois de anos trabalhando 24 horas por dia para manter o filho vivo, um casal da província de Zhejiang, na China, finalmente vai receber ajuda de um hospital.
Fu Xuepeng tinha apenas 23 anos quando um acidente de moto o deixou paralisado do pescoço para baixo, em 2006. Durante os sete primeiros meses depois do acidente, os pais do chinês, Fu Minzu e Wang Lanqin, se revezaram em turnos para bombear ar para os pulmões do filho. Eles passavam 24 horas por dia pressionando um saco ressuscitador, de 18 a 20 vezes por minuto.
- Nunca pensamos em desistir, nem por um segundo. Nenhum pai desistiria de seu filho, por menor que fosse a chance de ele sobreviver - disse o pai, Fu Minzu, em entrevista ao site China Daily.
O rapaz é alimentado pela mãe
O rapaz é alimentado pela mãe Foto: AFP

Um parente chegou a fazer um respirador a diesel para o rapaz. A máquina era barulhenta, mas funcionava. Só que o casal não tinha condições de mantê-la funcionando sempre, por causa do preço do combustível.
Sem dinheiro para comprar um aparelho profissional e muito menos para bancar o tratamento em um hospital, o casal conseguiu, em 2009, improvisar uma máquina com um pequeno motor. Mas não podiam manter o aparelho funcionando o dia inteiro porque não tinham dinheiro para pagar a alta conta de energia. Então só recorriam à máquina à noite.
A história do casal foi notícia em um jornal local e iniciou um debate sobre o sistema de saúde chinês. Depois disso, internautas começaram uma campanha para arrecadar dinheiro para os dois. Algumas doações já foram depositadas na cota do casal.
O chinês tinha um aparelho improvisado, movido a diesel
O chinês tinha um aparelho improvisado, movido a diesel Foto: AFP

Uma empresa de equipamentos hospitalares doou uma máquina de respiração artificial para Fu Xuepeng e um médico do hospital local foi até a casa da família, examiná-lo. De acordo com a imprensa local, o rapaz vai passar a receber cuidados no hospital.
- Eu não sei se terei a oportunidade de compensar meus pais por isso - disse Fu Xuepeng.
O respirador improvisado
O respirador improvisado Foto: AFP

Os pais do rapaz trabalhavam 24 horas por dia para mantê-lo vivo
Os pais do rapaz trabalhavam 24 horas por dia para mantê-lo vivo Foto: AFP

As mãos do pai, que pressionava o saco respirador o dia inteiro, com a mulher
As mãos do pai, que pressionava o saco respirador o dia inteiro, com a mulher Foto: AFP

O chinês diz que não sabe se poderá agradecer aos pais um dia
O chinês diz que não sabe se poderá agradecer aos pais um dia Foto: AFP