Lembrando que hoje não estou só e que tudo começou da forma que Deus quis, fico ainda surpresa: conheci Rui doze anos antes do nosso casamento de um modo inusitado e hoje somos três: nosso Pequeno/Grande Presente chegou este ano 2012...
domingo, 8 de setembro de 2013
Pais estressados geram filhos ansiosos
Pais estressados geram filhos ansiosos
Traumas como o 11 de setembro podem ser transmitidos por várias gerações; é o que defendem especialistas em epigenética.
Por Ana Lis Soares, filha do Marco Túlio e da Arlete
30.08.2013
Você pode ter ouvido muitas vezes aquela conversa sobre o quanto o ambiente em que as crianças crescem interfere em seu estado psicológico e emocional para o resto da vida. É uma teoria antiga que, agora, mais do que nunca está sendo acreditada – e comprovada – pela ciência. Novas revelações da neurociência confirmam a importância do ambiente para os processos neurocognitivos e emocionais na capacidade de aprender e, mais do que isso, neurocientistas acreditam que muitos distúrbios e dificuldades de aprendizagem vêm de processos emocionais difíceis, comprometendo o que chamam de ‘sinapses de aprendizagem’ ou pontes neuropsicopedagógicas. O papo parece difícil, mas é menos complicado que se imagina: os cientistas defendem e provam como a emoção é quase tudo no processo de aprendizagem e desenvolvimento das crianças. Segundo a educadora especialista em psicopedagogia e neuropsicologia, Adriana Foz, filha de Tolita e Cícero, o desenvolvimento emocional saudável resulta no desenvolvimento completo do ser humano. E isso acontece especialmente nos primeiros anos de vida, até os 10 anos. É durante nossos primeiros anos que formamos nossa grande estrutura emocional, sendo, portanto, bastante importante cuidar dos afetos da criança e do ambiente em que ela cresce, já que isso vai interferir em características futuras: inclusive se ela vai desenvolver dificuldades na hora de aprender ou conviver socialmente.
Segundo a especialista, muitos dos problemas de infelicidade e insatisfação, por exemplo, são frutos de problemas emocionais passados – da criança que fomos. “E isso não é empírico, é neurocientifico: ou você desenvolve recursos na primeira infância ou fica muito difícil mudar depois. Um dos exemplos simples para entender essa relação é nossa formação da língua materna, que ocorre até os 10 anos. “Depois de 10 anos, não teremos uma outra língua materna. Podemos aprender, mas não a desenvolveremos como nativa. E é assim com quase tudo na vida”, explica Adriana.
Epigenética: nome difícil, influência complexa
Cognição significa a aquisição de um conhecimento através da percepção, é o conjunto dos processos mentais usados no pensamento e na percepção, também na classificação, reconhecimento e compreensão para o julgamento através do raciocínio para o aprendizado de determinados sistemas e soluções de problemas. Simplificando, podemos dizer que cognição é a forma como o cérebro percebe, aprende, recorda e pensa sobre toda informação captada através dos cinco sentidos. Para demonstrar a influência do emocional no aprendizado cognitivo os neurocientistas têm usado as ideias da epigenética.
Parece complicado. Bom, e de certa forma é mesmo. A epigenética não é um estudo recente, mas vem se tornando importante no cenário científico nos últimos dez anos com novos estudos que dão força às teorias. Estuda-se a influência do ambiente na modificação do nosso DNA e, mais do que isso, os cientistas dessa área defendem que existe uma “herança epigenética”, ou seja, características que passamos aos nossos filhos que foram adquiridas por nós no meio ambiente. Os estudos mais sérios sobre o assunto são realizados nos Estados Unidos: por lá, os cientistas já notaram que crianças nascidas de mulheres que presenciaram o 11 de Setembro demonstram mais chance de desenvolver estresse. E que filhos de fumantes têm maior probabilidade de apresentar obesidade.
Por isso, todas as nossas experiências e escolhas do nosso dia a dia (como fumar demais ou ser muito estressado no trabalho) podem não só influenciar em nosso estado físico e emocional, como também pode virar uma “herança” para nossos filhos. “Não sou especialista em epigenética, mas eu uso o conhecimento que estes estudiosos pesquisam para corroborar o que quero passar para meu público. Ela começou numa questão ligada à biologia, mas passa por várias áreas hoje. Mas, é importante ressaltar que, quando a gente fala de um ambiente sadio, nós não estamos falando de superproteção: é bom que existam cobranças, estimulações e limites. Um ambiente saudável não é um ambiente permissivo. Se os pais soubessem o quanto mimar prejudica, eles não fariam. Mas se os pais mimam, eles têm um problema neles. A criança não nasce mimada, é o ambiente que promove. As regras, o papo, tudo isso faz parte de mudanças, inclusive genética”, explica Adriana.
Presente de grego
Um dos estudos mais conhecidos na área da epigenética é o da psiquiatra e professora da Escola de Medicina de Monte Sinai Rachel Yehuda, que abriu uma clínica em Nova York em 1992 para atender sobreviventes do Holocausto. Para a surpresa da médica, ela percebeu que muitos dos filhos das vítimas, nascidos anos depois do fim da Segunda Guerra, também apresentavam sintomas de estresse acima do comum, mesmo não tendo convivido com o sofrimento dos pais.
Outra pesquisa realizada foi na Universidade de Edimburgo, na Escócia, pelo professor de medicina molecular Jonathan Seckl. Experimentos com ratos mostraram que fêmeas grávidas expostas a hormônios reguladores do estresse geravam filhotes com respostas alteradas a estímulos violentos. Na prática, os filhotes de mães estressadas eram mais ansiosos. Seckl prosseguiu seu trabalho notou que os “netos” das ratas também apresentavam sinais de estresse. Para o pesquisador, a única explicação plausível é a de que os hormônios mexeram com alguns genes e que esse padrão foi transmitido pelo menos até a terceira geração de ratos.
Hoje, Rachel Yehuda e Jonathan Seckl estudam juntos as grávidas que presenciaram os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001. Até agora, as crianças nascidas apresentaram um nível de cortisona (hormônio ligado ao estresse) no sangue mais alto do que a média da população. Daqui a alguns anos eles pretendem examinar os filhos dessas crianças e avaliar se o mesmo acontecerá.
Segundo a especialista, muitos dos problemas de infelicidade e insatisfação, por exemplo, são frutos de problemas emocionais passados – da criança que fomos. “E isso não é empírico, é neurocientifico: ou você desenvolve recursos na primeira infância ou fica muito difícil mudar depois. Um dos exemplos simples para entender essa relação é nossa formação da língua materna, que ocorre até os 10 anos. “Depois de 10 anos, não teremos uma outra língua materna. Podemos aprender, mas não a desenvolveremos como nativa. E é assim com quase tudo na vida”, explica Adriana.
Epigenética: nome difícil, influência complexa
Cognição significa a aquisição de um conhecimento através da percepção, é o conjunto dos processos mentais usados no pensamento e na percepção, também na classificação, reconhecimento e compreensão para o julgamento através do raciocínio para o aprendizado de determinados sistemas e soluções de problemas. Simplificando, podemos dizer que cognição é a forma como o cérebro percebe, aprende, recorda e pensa sobre toda informação captada através dos cinco sentidos. Para demonstrar a influência do emocional no aprendizado cognitivo os neurocientistas têm usado as ideias da epigenética.
Parece complicado. Bom, e de certa forma é mesmo. A epigenética não é um estudo recente, mas vem se tornando importante no cenário científico nos últimos dez anos com novos estudos que dão força às teorias. Estuda-se a influência do ambiente na modificação do nosso DNA e, mais do que isso, os cientistas dessa área defendem que existe uma “herança epigenética”, ou seja, características que passamos aos nossos filhos que foram adquiridas por nós no meio ambiente. Os estudos mais sérios sobre o assunto são realizados nos Estados Unidos: por lá, os cientistas já notaram que crianças nascidas de mulheres que presenciaram o 11 de Setembro demonstram mais chance de desenvolver estresse. E que filhos de fumantes têm maior probabilidade de apresentar obesidade.
Por isso, todas as nossas experiências e escolhas do nosso dia a dia (como fumar demais ou ser muito estressado no trabalho) podem não só influenciar em nosso estado físico e emocional, como também pode virar uma “herança” para nossos filhos. “Não sou especialista em epigenética, mas eu uso o conhecimento que estes estudiosos pesquisam para corroborar o que quero passar para meu público. Ela começou numa questão ligada à biologia, mas passa por várias áreas hoje. Mas, é importante ressaltar que, quando a gente fala de um ambiente sadio, nós não estamos falando de superproteção: é bom que existam cobranças, estimulações e limites. Um ambiente saudável não é um ambiente permissivo. Se os pais soubessem o quanto mimar prejudica, eles não fariam. Mas se os pais mimam, eles têm um problema neles. A criança não nasce mimada, é o ambiente que promove. As regras, o papo, tudo isso faz parte de mudanças, inclusive genética”, explica Adriana.
Presente de grego
Um dos estudos mais conhecidos na área da epigenética é o da psiquiatra e professora da Escola de Medicina de Monte Sinai Rachel Yehuda, que abriu uma clínica em Nova York em 1992 para atender sobreviventes do Holocausto. Para a surpresa da médica, ela percebeu que muitos dos filhos das vítimas, nascidos anos depois do fim da Segunda Guerra, também apresentavam sintomas de estresse acima do comum, mesmo não tendo convivido com o sofrimento dos pais.
Outra pesquisa realizada foi na Universidade de Edimburgo, na Escócia, pelo professor de medicina molecular Jonathan Seckl. Experimentos com ratos mostraram que fêmeas grávidas expostas a hormônios reguladores do estresse geravam filhotes com respostas alteradas a estímulos violentos. Na prática, os filhotes de mães estressadas eram mais ansiosos. Seckl prosseguiu seu trabalho notou que os “netos” das ratas também apresentavam sinais de estresse. Para o pesquisador, a única explicação plausível é a de que os hormônios mexeram com alguns genes e que esse padrão foi transmitido pelo menos até a terceira geração de ratos.
Hoje, Rachel Yehuda e Jonathan Seckl estudam juntos as grávidas que presenciaram os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001. Até agora, as crianças nascidas apresentaram um nível de cortisona (hormônio ligado ao estresse) no sangue mais alto do que a média da população. Daqui a alguns anos eles pretendem examinar os filhos dessas crianças e avaliar se o mesmo acontecerá.
Mammas And Pappas...

(Cena que segue Facebook Mamãe & Cia)
Olha que lindo essa perfeição de Deus!
Parto raríssimo sem rompimento da bolsa.
sábado, 7 de setembro de 2013
Vai ganhar Nenê? Lindas Bolsas-Maternidade
LilicaRipilica

Marca: Tigor /// http://www.google.com.br/

Mala Luxo BabyGo Pooh com trocador: http://www.submarino.com.br
Dicas de lembrancinhas para festas infantis
sábado, 7 de setembro de 2013
(http://www.dicaspramamae.com/)
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Vim trazer algumas dicas de lembrancinhas para festinhas infantis, algumas eu já conhecia outras foi amor a primeira vista! Vamos tirar ideias?
Saquinho de tecido com doces e pirulitos. Serve para o tema circo e é só fazer com tecidos ou feltro coloridos! Lindoooo!
Centro de mesa com jujubas! Hum delicia!
Baldinhos com sabonetinhos ou doces, os baldes você encontra em lojas de 1,99 ou de festas da sua cidade!
Olha só que maneiro?! Os vidros de conserva viram lembrancinha para festinhas com tema fazendinha!
Saquinho de papel para o tema Safari com chocolates...
Centro de mesa dos Carros para festinhas
Mais uma ideia para centro de mesa feito em EVA! Dessa vez é para os garotões! Centro de mesa do tema dos Carros! Muito fácil e lindo!!!
A parte que coloca as guloseimas você pode fazer de garrafa pet, EVA mesmo ou até de papel cartão! Tem o molde do carrinho para você copiar! Boa festa!
O post de hoje é para aprendermos a fazer um centro de mesa da sua festinha super fofo e delicioso!!! Um vaso de pirulitos!
Se você achar que vai ficar muito caro um centro para cada mesa da festa, você pode fazer uns 03 e colocar na mesa da decoração, também vai ficar lindo e chamar muita atenção!!!
Pegue a bola de isopor coloque no vasinho e vai enfiando os pirulitos na bola, um do ladinho do outro! Assim:
Dicas de lembrancinhas para festa infantil
"Oi Pessoas lindas!!!!
Baldinhos com sabonetinhos ou doces, os baldes você encontra em lojas de 1,99 ou de festas da sua cidade!
Saquinho de papel para o tema Safari com chocolates...
Centro de mesa dos Carros para festinhas
Olá!
Ai esta o molde:
Centro de mesa feito de pirulitos
Vamos ver como se faz?
Você precisa de: Uma bola de isopor, um vasinho desses de 1,99 e muitos pirulitos coloridos.
Pegue a bola de isopor coloque no vasinho e vai enfiando os pirulitos na bola, um do ladinho do outro! Assim:
Centro de mesa para festa Jardim Encantado
Estou a procura de uma ideia de lembrancinha para o tema Jardim Encantado! Entre algumas das ideias olha esta que encontrei muito fofa e super fácil de fazer! Uma florzinha de EVA para colocar no centro da mesa!
Faça a florzinha de EVA (molde no final), e cole num palito de espetinho. Pegue a metade de uma bolinha de isopor, enrole num paninho fofo combinando com a decoração e amarre com uma fita linda e um botãozinho fofo!!!
Gente olha que ideia mara que encontrei! Um baleiro de palhacinho para colocar os doces das crianças ou para decorar uma festinha ou até mesmo para lembrancinhas!
Você acredita que essa fofura é feita de garrafa pet? Tem vários produtos reciclados e é super fácil de fazer. Veja abaixo o vídeo do PAP":
Veja o Passo a passo que fácil:
Prontinho! Ideia do Painel Criativo.
Molde da flor aqui:
Enquanto isso, em Salvador - BA
CAFÉ CIENTÍFICO DISCUTE DESENVOLVIMENTO INFANTIL EM SITUAÇÕES ADVERSAS E DE RISCO NA PERIFERIA DE SALVADOR E MELHORIAS ATRAVÉS DA ARTE!
O Café Científico Salvador, promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Ensino, Filosofia e História das Ciências (UFBA/UEFS), pela LDM - Livraria Multicampi, pela Tribuna da Bahia e pela Biblioteca Pública do Estado da Bahia, continua neste mês de Setembro de 2013 com o evento a seguir:
13 de Setembro de 2013 – 18:00
Desenvolvimento infantil em situações adversas: das situações de risco à intervenção através da arte
José Eduardo Ferreira Santos (Instituto de Psicologia, UFBA, Programa Nacional de Pós - Doutorado - PNPD)
Local: Auditório da Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Biblioteca dos Barris), Rua General Labatut, 27, Barris, Salvador-BA.
O Café Científico é um local em que qualquer pessoa pode discutir desenvolvimentos recentes das várias ciências e seus impactos sociais. Ele oferece uma oportunidade para que cientistas e o público em geral se encontrem face a face para discutir questões científicas, numa atmosfera agradável.
DESENVOLVIMENTO INFANTIL EM SITUAÇÕES ADVERSAS:
DAS SITUAÇÕES DE RISCO À INTERVENÇÃO ATRAVÉS DA ARTE
José Eduardo Ferreira Santos (Instituto de Psicologia, UFBA, Programa Nacional de Pós - Doutorado - PNPD)
Diversas têm sido as situações de risco em relação à infância e adolescência que vivem em situações adversas, caracterizadas pelas condições de risco e mesmo a existência de violência e negligência. Privadas de direitos fundamentais e expostas às situações de vulnerabilidade, crianças e adolescentes sofrem cotidianamente com as condições de risco existentes nos mais diversos contextos sociais. Em pesquisas realizadas sobre o desenvolvimento de adolescentes na periferia de Salvador (Santos, 2005, 2010, 2013), encontramos uma miríade de situações que se constituem em recorrentes danos ao desenvolvimento humano, dentre eles: maus tratos, negligência, abandono, inserção em trajetórias de marginalização, tráfico de drogas, assim como a violência em suas diversas manifestações - doméstica - física, sexual, psicológica e negligências - e estrutural (Minayo, 2002). Decerto essas situações provocam danos ao processo de desenvolvimento e muitas vezes também essas crianças e adolescentes são privados no direito de encontro com a arte e a cultura, dimensões importantes para o estabelecimento de projetos de vida e acesso a um universo simbólico que pode contrapor-se e, ao mesmo tempo, possibilitar a superação das adversidades. Neste sentido, propomos que profissionais e instituições que lidam com a infância e adolescência em situações adversas possam contar com os recursos simbólicos presentes na arte para possibilitar novas significações nas trajetórias de desenvolvimento, conforme temos desenvolvido na periferia de Salvador, em Novos Alagados, Plataforma, ao propor o encontro de crianças e adolescentes com a arte produzida na periferia através do Acervo da Laje, um espaço com centenas de obras artísticas e históricas, cujo objetivo é analisar os impactos da arte como possibilidade de intervenção frente às situações adversas, cuja fundamentação teórica remete à Psicologia Cultural (Valsiner, 2012).
O evento é inteiramente gratuito e não necessita de inscrição.
Para mais informações, ligue 71 3283-6568.
Maiores informações sobre o café científico de Salvador podem ser encontradas em http://cafecientificossa.blogspot.com
Informações gerais sobre a iniciativa dos Cafés Científicos podem ser conseguidas no seguinte sítio: http://www.cafescientifique.org.
Att
Comissão Organizadora do Café Científico:
Charbel Niño El-Hani (Instituto de Biologia, UFBA. Programa de Pós-Graduação em Ensino, Filosofia e História das Ciências, UFBA/UEFS. Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Biomonitoramento, UFBA).
Primo Maldonado (LDM).
Luana Maldonado (LDM)
Liziane Martins (Faculdades Jorge Amado)
Nei de Freitas Nunes Neto (Instituto de Biologia, UFBA).
Sidarta Rodrigues (Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, UFBA)
Valter Alves Pereira (Colégio da Polícia Militar. Programa de Pós-Graduação em Ensino, Filosofia e História das Ciências, UFBA/UEFS)
Anna Cassia Sarmento (Colégio da Polícia Militar)
Maria Aparecida Santana (Instituto de Biologia, UFBA).
Frederik Moreira dos Santos (Programa de Pós-Graduação em Ensino, Filosofia e História das Ciências, UFBA/UEFS)
Ricardo Santos do Carmo (Programa de Pós-Graduação em Ensino, Filosofia e História das Ciências, UFBA/UEFS)
Patricia Zucoloto (Faculdade Ruy Barbosa).
Luciana Fiuza (Instituto de Biologia, UFBA).
Jailson Alves dos Santos (Programa de Pós-Graduação em Ensino, Filosofia e História das Ciências, UFBA/UEFS, professor assistente do Dexa, UEFS)
Para saber mais:
Minayo, Maria Cecília de Souza. O significado social e para a saúde da violência contra crianças e adolescentes. In Westphal, Marcia Faria (Org.). Violência e criança. São Paulo: EDUSP, 2002, p. 95 -114.
Santos, José Eduardo Ferreira. Travessias: a adolescência em Novos Alagados. Bauru, São Paulo: EDUSC, 2005.
Santos, José Eduardo Ferreira. Cuidado com o vão: repercussões do homicídio entre jovens da periferia. Salvador: Edufba, 2010.
Santos, José Eduardo Ferreira. Nascente da beleza. São Paulo: Scortecci, 2013.
Valsiner, Jaan. Fundamentos da Psicologia Cultura. Tradução Ana Cecília de Sousa Bastos. Porto Alegre: Artmed, 2012.
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