terça-feira, 29 de outubro de 2013

Bebê Se Emociona Ao Ver A Sua Mãe Cantar

Lindoooooo, demais!
Que mãe não ficaria sem palavras diante de tanto sentimento?
Desde o útero o bebê ouve a voz da mãe e quando nasce, ao ouvir o som da voz materna, ele (a)reconhece quem é que fala com ele (a).

Acredite...



Extraído da obra de C. H. Spurgeon, Sabedoria Bíblica.

domingo, 27 de outubro de 2013

Adotar uma criança mais velha: O que está em jogo.



O que está em jogo ao adotar uma criança mais velha?

29 de Agosto, 2013 por Liberty Seguros

Um estudo sobre adoção tardia do Departamento de Psicologia da Universidade Federal do Paraná (UFPR) conversou com 50 pais que adotaram crianças de dois a 17 anos e descobriu que, em 32% dos casos, os laços afetivos foram formados imediatamente, e em 30% essa relação foi gradual.
O Projeto Responsabilidade foi desenvolvido pela Liberty Seguros especialmente para você

Recentes dados divulgados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) revelam que no Brasil há atualmente cinco vezes mais famílias (29.440) aguardando na fila da adoção do que crianças e adolescentes que esperam ser adotados (5.426). Enquanto isso, apenas 1.987 pessoas foram adotadas nos últimos cinco anos. Os números mostram que não falta quem deseje adotar, e portanto não há motivo para que uma criança aguarde por tanto tempo ser integrada a uma família. Segundo a própria justiça, o processo é muito lento por causa da burocracia.

Prova disso é que um levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) realizado em 2005 concluiu que apenas 10% das crianças que aguardam ser adotadas estariam judicialmente aptas para isso. Por isso, além do afeto, o processo de adoção exige, acima de tudo, muita responsabilidade por parte dos pais adotivos. Eles precisam não apenas ter paciência, mas pensar com cuidado nas restrições colocadas ao perfil da criança desejada, que acabam prolongando o processo.

A família adotante deve considerar estar aberta para crianças e adolescentes de qualquer idade, pois quanto mais tempo eles passam nos abrigos, menores as chances de serem adotados. Dos 27.437 interessados em adotar no Brasil, apenas 661 querem crianças e adolescentes de 8 a 17 anos de idade (o equivalente a menos de 3% do total). Famílias dispostas a adotar crianças sem qualquer restrição (de cor, idade e saúde, por exemplo), conseguem concluir o processo em menos tempo, em geral seis meses.

Um estudo sobre adoção tardia do Departamento de Psicologia da Universidade Federal do Paraná (UFPR) conversou com 50 pais que adotaram crianças de dois a 17 anos e descobriu que, em 32% dos casos, os laços afetivos foram formados imediatamente, e em 30% essa relação foi gradual. Segundo a pesquisa, 72% dos filhos passaram a chamar de pai e mãe a família adotiva em até um mês de convivência. O estudo descobriu, ainda, que em 62% das histórias de adoção a criança ou jovem não passou por qualquer tipo de constrangimento ou discriminação na escola.

Com o objetivo de facilitar o processo de adoção e fazer com que as crianças permaneçam menos tempo em abrigos, o Brasil criou, em 2008, o Cadastro Nacional da Adoção (CNA), ferramenta do CNJ para sistematizar as informações de adoção e diminuir a distância entre crianças e os pretendentes. O país também sancionou, em 2009, a Lei Nacional da Adoção, que entre diversos pontos criou um mecanismo para impedir que crianças e jovens permaneçam mais de dois anos em serviços de acolhimento institucional ou familiar.

Agora também a família extensa (aqueles que não são pai e mãe, mas têm vínculo com a criança) tem mais facilidade para adotar, sem que seja necessário que a criança seja encaminhada a uma instituição antes. Além disso, mulheres registradas na previdência social (INSS) passam a ter direito à licença e ao salário-maternidade, com tempo proporcional à idade da criança adotada (até um ano, são 120 dias. De um a quatro anos, são 60 dias, e de quatro a oito, 30 dias).

Para candidatar-se como pai ou mãe adotivo, basta dirigir-se ao fórum da sua cidade ou região com seu RG e comprovante de residência.




Pai, Filhos, Professores & Bullying



Dificuldades de aprendizado, resistência em ir à escola e insônia são apenas alguns dos indícios do bullying, uma prática muitas vezes comum e que preocupa cada vez mais.
Entenda como funciona este tipo de comportamento:

Em maio deste ano, o município de São Paulo sancionou um projeto de lei que cria assistência psicopedagógica nas escolas da rede pública da prefeitura para, entre outras razões, diminuir o bullying na capital paulista. Segundo uma pesquisa realizada pelo IBGE em 2012, com alunos do 9o ano do ensino fundamental de 6.780 escolas, São Paulo é a sétima capital brasileira com mais bullying – e Brasília está no topo do ranking, com 35,6% dos estudantes declarando serem vítimas constantes de agressão. O estudo mostra, ainda, que os meninos estão mais frequentemente envolvidos nesse tipo de comportamento, seja como agressores, seja como vítimas.
 
O bullying sempre existiu, mas, no Brasil, recebeu o nome americano apenas nos últimos anos, e tem ganhado cada vez mais atenção por causa de suas consequências destrutivas para os jovens. Infelizmente, sabemos como esse comportamento é comum em praticamente todas as escolas: a criança introvertida, com baixa autoestima e traços físicos e psicológicos que saem da média dos colegas em geral é escolhida para sofrer agressões verbais e até mesmo físicas.
 
As ações podem parecem muitas vezes inofensivas e banais, mas sua constante repetição, o caráter de humilhação, intimidação e exclusão dos jovens faz com que sejam um mal que deve ser cortado desde o início para que não cause sequelas – muitas vezes para a vida inteira – da vítima, podendo inclusive levar a consequências extremas, como o suicídio e a tentativa de homicídio.
 
Belo Horizonte, que aparece em segundo lugar no ranking do IBGE, com 35,3% dos alunos de 9º ano relatando sofrer constantes agressões, foi também alvo de outro estudo, desenvolvido pelo psicólogo Cláudio Júnio Patrício, da UFMG. O especialista detectou, através de pesquisa feita com 1.199 alunos de 33 escolas privadas e públicas, que o bullying acontece em geral na sala de aula, principalmente entre adolescentes de 13 a 17 anos. A média encontrada foi de 9,1% dos jovens admitindo terem sido vítimas dessas ações, a maioria deles de escolas particulares.
 
Apenas em 2013, a capital mineira já registrou diversos casos graves de bullying com repercussão na mídia, entre eles uma tentativa de homicídio e também o caso do estudante que conseguiu na justiça indenização de R$ 10 mil da escola que não agiu adequadamente em relação às agressões e humilhações sofridas.
 
Neste caso, a mãe do aluno agredido foi fundamental para dar apoio e buscar a resolução do problema. E você, como mãe, pai ou responsável, qual é o seu papel para proteger seu filho desse tipo de assédio? Em primeiro lugar, deve-se cobrar da escola uma intervenção imediata. O professor, que está na sala de aula presenciando essas ações, pode ajudar a identificar os envolvidos. A equipe gestora deve se envolver também conversando com a família e atuando para resolver o problema.
 
Em casa, é essencial manter o diálogo e estar atento a alguns sinais, como dificuldades de aprendizado, resistência em ir à escola, tristeza (choro, sentimento de exclusão, depressão, insônia, pesadelos), entre outros. O mais importante é demonstrar ao jovem que ele não está desamparado, que ele tem valor e que você irá buscar uma solução para o problema.
 
Você já passou por uma situação de bullying, ou já vivenciou isso através de seus filhos, parentes ou amigos? Como lidou com a situação? Qual foi o papel da escola nesse sentido? Compartilhe sua experiência com a gente.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013